UM SÍTIO...

UM SÍTIO - onde nos encontramos... a começar por nós, que nos encontrámos

sábado, 1 de abril de 2023

terça-feira, 21 de junho de 2022

DÁLIAS deste ano

Dálias do NOSSO CANTO... 



                       ...  no CANTO NOSSO



 

quinta-feira, 17 de março de 2022

A velha porta da cozinha


É a velha porta da cozinha, dizes tu...
E é!, mas não é a mais velha porta da cozinha
porque veio substituir outra, a da origem da CASA,
por onde se entrava e saía para ir ao pátio, aos currais, "à vinha".
A de hoje, a que aqui trazes é só decorativa,
a outra, a mais velha, era de abrir para entrar, 
de fechar quando se saía... 
que para isso tinha chave na fechadura;
tinha postigo de ver quem era, tinha gateira, 
por onde passavam gatos para dar caça aos ratos,
e por onde se metia a mão para chegar à chave de abrir a porta,
nas noites de sair e de voltar tarde, com a casa adormecida.
Tanto esta velha porta da cozinha, como a mais velha,
foram assentes sobre a pedra-matriz, 
a de sempre,
pisada por pés descalços e bota cardada,
por pantufas, chinelos, sapatinhos aperaltados...
... mas da pedra, 
dessa pedra, 
falaremos mais tarde.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

CANTO HABI(ga)TADO

Não é novo no nosso CANTO NOSSO. 
Veio, com patinhas de gato e receios mil, procurar um canto. Fosse o nosso ou outro. 
E nós, escaldados de anterior desgosto, hesitámos. 
Mas uma "bucha" nunca se nega. Nem a gato vádio... 
E foi satisfeito. E voltou. 
Começou a ser comensal. Está quase a ser residente! 
Faz, já, aqui a sua higiene matinal. 
Que é espectáculo de cuidados quase requintados, com língua a fornecer sabonete, gel e shampoo.


Depois, refastela-se, a aproveitar este sol de inverno, 
regalado... que é um regalo ver.
E ele sabe-o, e tira, 
desse nosso observá-lo, 
um acréscimo de gozo.


Conquistou-nos.
Estamos rendidos. 
É do nosso canto!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Na nossa 4ª capicua

parabéns a nós, porque sim...

e parabéns a ti, pelas fotografias




 

No 44º 29 de Dezembro



No dia do nosso 44º dia dos dias que marcam a nossa procura    (e o nosso encontro) para estarmos juntos, sendo como somos, sem deixarmos de ser como somos, mas sendo nós. Juntos!

domingo, 5 de dezembro de 2021

Morangueiros outonais




Depois da tua árvore de fogo, os morangueiros outonais

no NOSSO quintal-jardim a preparar-se, já, para a primavera 

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

sexta-feira, 18 de junho de 2021

DIA SOMBRIO?

 O dia está sombrio. 

Como não se esperaria num dia já adiantado deste Junho. 

Mas - porque o está - parece que mais apetece estar 

cancela adentro, no canto que é nosso.


E, por ser nosso, é canto (e cancela) 
que se abre para os amigos...


Nunca a fechadura teve - ou perdeu-se -  chave 
e é tão gira a maçaneta...

sábado, 22 de maio de 2021

Recantos do pátio

Ele, o poeta, no meio do caminho tinha uma pedra...

Eu, no nosso canto, tenho um pátio com recantos que são dela,                                          de flores e de fotografias.

E canto-os





segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Sinais de fumo...


.... prova de gente (e de calor) em casa
 

Aér(ando)


... quando não se pode voar (de avião)

há que voar com a imaginação

ou subindo a outras alturas

ao fim e ao cabo... verde


ou então, do Lorca:

Verde que te quiero verde.

Verde viento. Verdes ramas.
El barco sobre la mar
y el caballo en la montaña.
Con la sombra en la cintura
ella sueña en su baranda,
verde carne, pelo verde,
con ojos de fría plata.
Verde que te quiero verde.
Bajo la luna gitana,
las cosas le están mirando
y ella no puede mirarlas.

 

domingo, 27 de dezembro de 2020

Não há fome que não dê fartura...

 páginas 4463 e 4464 de um diário com cant(ic)os, planos e música (no coração):

 


 O canto e seus vários cantos

os planos enquanto o plano

 

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 Patinando em piscinas de pássaros

aproveitando o calor e a luz do sol

  

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 não há duas sem três?...

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Diospireiro


 Podia ser só de decoração

        pela cor das folhas, 

        pelo redondo do fruto

        pelo lugar no recanto

Mas é muito mais

        é - também - de diosuspirar 

        (por mais...)


quinta-feira, 7 de maio de 2020

a suavidade, a alegria, a esper(anç)a

A suavidade dos primeiros raios de luz que apagam a noite.
A alegria do canto do pintassilgo a saudar a manhã que surge.
A súbita paragem do vento, uns segundos de silêncio total,
como que uma hesitação entre a noite e o dia.
A vitória do dia.
A paz. A natureza.

Esperemos o sol, esperemos um dia novo!

sábado, 28 de março de 2020

O sol em casa... em tempos de virulência
























o sol em casa

... em tempos de virulência.

Que bom. que reconfortante
embora faltem os filhos, os netos
os amigos, o calor dos outros
(que somos nós)